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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Pensando sobre o ano novo


Muitos dirão que o dia 01 de janeiro é exatamente igualzinho ao dia 31 de dezembro e, de fato, é mesmo. Os dias são sempre iguais, porém são mais iguais àqueles que possuem uma mente cinza, nublada e obscura; àqueles que não contemplam no novo dia, a oportunidade de fazer algo novo e de começar uma vida nova. 
O dia primeiro de janeiro, é conclamado mundialmente à ser o dia da PAZ. É um dia de reflexão, um dia de dar inicio à uma obra nova, seja material ou espiritual. O dia 01 de janeiro é o início de um ciclo, onde podemos contabilizar todas as nossas metas e projeções, se conseguirremos cumprí-las... só em 31 de dezembro para sabermos a resposta. 
Façamos um levantamento do nosso ano e o comparemos com o planejado lá atrás... foi ruim? Foi bom? Cada um sabe em seu coração a resposta, mas o importante é que estamos aqui hoje, podendo fazer nova projeção, alimentando novas esperanças, agradecendo por tudo que passamos e vencemos, afinal, se estamos aqui hoje, de certa forma somos vencedores. Muitas entes queridos se foram neste ano que passou, uns mais cedo do que se esperava, outros foram descansar, dirão alguns... mas o fato é que a morte é coisa natural na vida de todos nós e, como cristãos que somos, cremos na passagem para a vida eterna. "Aquele que crê em mim, mesmo morto viverá", disse o próprio Jesus.
É isso; que neste ano que se inicia possamos fazer uma reflexão sobre tudo que aconteceu, sobre todos os projetos, sobre as metas (que possamos dobrá-las)... que continuemos o que está certo e corrijamos o que está errado, com confiança, amor, esperança e saúde. 


FELIZ ANO NOVO, Feliz EU novo. 

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Pensando sobre o Natal





Semana de Natal... que possamos entender o real significado desta data, que possamos entender que aquele que merece ser homenageado, não usa roupa vermelha, nem é canal de ligação entre consumismo e ostentação. O homenageado sempre foi simples, fiel às verdades (por mais difíceis que fossem de se praticá-las) e proclamador do amor e caridade. Nosso coração mole nos diz que devemos presentear nossos entes e nossas crianças, mas isso não pode ser nosso foco principal, é importantíssimo que se explique o real significado desta data aos pequeninos. Jesus esteve aqui, está aqui e sempre estará, principalmente na vida daqueles que acreditam e propagam seus ensinamentos. Olhe para sua vida, veja o que foi feito de bom, canalize e impulsione. Veja o que foi feito de ruim, tome lição disso e corrija. Jesus veio aqui nos mostrar que TODOS somos imperfeitos, mas que podemos sim, corrigir nossos erros e começar tudo de novo... do zero. Amemos nossa familia, amemos nosso semelhante, sejamos desapegados aos valores materiais e honremos nossa presença neste mundo sendo pessoas boas e gloriando a Deus. FELIZ NATALl!!!

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Pensando sobre a carta do Vice-Presidente

      



Ontem alguém "vazou" a carta que o Vice-Presidente Michel Temer escreveu para a Presidente Dilma Rousseff e vemos nela, claramente, que o nosso Vice já está se articulando para tentar assumir o Planalto. Nela ele expõe uma insatisfação com o tratamento que recebe da Presidente, ou melhor, do tratamento que não recebe. Suas críticas devem ter fundamento porque, ao que me consta, o Planalto não desmentiu, rebateu ou se justificou o conteúdo da carta. Pelo contrário, tenta passar a nós cidadãos, via sempre com os mesmos jornalistas e blogueiros, que Temer não passa de um traidor, como se uma pessoa não pudesse mudar de lado por não concordar com isto ou aquilo. 
      O projeto de poder instaurado pelo atual governo, parece não permitir que se discorde ou que se critique seus atos. Todos os indicadores mostram que estamos em época de recessão e, pelos motivos ocultos de sempre, alguns continuam a querer maquiar as coisas querendo que acreditemos que está tudo bem. É uma pena que alguns caiam na "lábia" destes (que devem ganhar alguma coisa), e não abram seus horizontes para fazer seu próprio juízo de tudo que está acontecendo. Temer não é santo, muito menos o "salvador da pátria", mas estamos numa situação, que o país precisa de credibilidade, precisa que as pessoas, principalmente os investidores, voltem a confiar no Brasil. Hoje não temos esta confiança, imagine você que lê este artigo... você depositaria seu dinheiro em um banco que estivesse sob algum temor de inadimplência? Ou que não garantiria que seu dinheiro pudesse render o combinado e quando você fosse sacá-lo, retiraria menos do que depositou? É facil a resposta e eu imagino que é exatamente isso que passa na cabeça daqueles que procuram os mercados emergentes para investir seu dinheiro. O impeachment não é a melhor solução, muito melhor seria a digna renúncia da Presidente, ou uma cassação conjunta da chapa Dilma/Temer, como propôs a Rede Sustentabilidade, porém o ego, o orgulho de não admitir seus erros, (talvês o medo de enfrentar a justiça...) ou o apego pelo poder, façam com que seus atos vislumbrem a causa própria ao invés de buscarem o melhor para o País. Ao olharmos para a história, nas grandes democracias e corporações, sempre que surge um fato que possa macular a imagem de uma grande empresa ou mesmo de um  país, seu principal governante toma como primeira atitude, sua renúncia, para que as apurações dos fatos sejam as mais transparentes possíveis, e suas consequências sejam menos dolorozas e tenham o menor tempo possivel. Nossos governantes poderiam ser patriotas agindo desta maneira. 
      Sonhar... como é bom sonhar.

Abaixo a carta do Vice-Presidente:

São Paulo, 07 de Dezembro de 2.015.
Senhora Presidente,
"Verba volant, scripta manent" (As palavras voam, os escritos permanecem)
Por isso lhe escrevo. Muito a propósito do intenso noticiário destes últimos dias e de tudo que me chega aos ouvidos das conversas no Palácio.
Esta é uma carta pessoal. É um desabafo que já deveria ter feito há muito tempo.
Desde logo lhe digo que não é preciso alardear publicamente a necessidade da minha lealdade. Tenho-a revelado ao longo destes cinco anos.
Lealdade institucional pautada pelo art. 79 da Constituição Federal. Sei quais são as funções do Vice. À minha natural discrição conectei aquela derivada daquele dispositivo constitucional.
Entretanto, sempre tive ciência da absoluta desconfiança da senhora e do seu entorno em relação a mim e ao PMDB. Desconfiança incompatível com o que fizemos para manter o apoio pessoal e partidário ao seu governo.
Basta ressaltar que na última convenção apenas 59,9% votaram pela aliança. E só o fizeram, ouso registrar, por que era eu o candidato à reeleição à Vice.
Tenho mantido a unidade do PMDB apoiando seu governo usando o prestígio político que tenho advindo da credibilidade e do respeito que granjeei no partido. Isso tudo não gerou confiança em mim. Gera desconfiança e menosprezo do governo.
Vamos aos fatos. Exemplifico alguns deles.
1. Passei os quatro primeiros anos de governo como vice decorativo. A Senhora sabe disso. Perdi todo protagonismo político que tivera no passado e que poderia ter sido usado pelo governo. Só era chamado para resolver as votações do PMDB e as crises políticas.
2. Jamais eu ou o PMDB fomos chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do país; éramos meros acessórios, secundários, subsidiários.
3. A senhora, no segundo mandato, à última hora, não renovou o Ministério da Aviação Civil onde o Moreira Franco fez belíssimo trabalho elogiado durante a Copa do Mundo. Sabia que ele era uma indicação minha. Quis, portanto, desvalorizar-me. Cheguei a registrar este fato no dia seguinte, ao telefone.
4. No episódio Eliseu Padilha, mais recente, ele deixou o Ministério em razão de muitas "desfeitas", culminando com o que o governo fez a ele, Ministro, retirando sem nenhum aviso prévio, nome com perfil técnico que ele, Ministro da área, indicara para a ANAC. Alardeou-se a) que fora retaliação a mim; b) que ele saiu porque faz parte de uma suposta "conspiração".
5. Quando a senhora fez um apelo para que eu assumisse a coordenação política, no momento em que o governo estava muito desprestigiado, atendi e fizemos, eu e o Padilha, aprovar o ajuste fiscal. Tema difícil porque dizia respeito aos trabalhadores e aos empresários. Não titubeamos. Estava em jogo o país. Quando se aprovou o ajuste, nada mais do que fazíamos tinha sequência no governo. Os acordos assumidos no Parlamento não foram cumpridos. Realizamos mais de 60 reuniões de lideres e bancadas ao longo do tempo solicitando apoio com a nossa credibilidade. Fomos obrigados a deixar aquela coordenação.
6. De qualquer forma, sou Presidente do PMDB e a senhora resolveu ignorar-me chamando o líder Picciani e seu pai para fazer um acordo sem nenhuma comunicação ao seu Vice e Presidente do Partido. Os dois ministros, sabe a senhora, foram nomeados por ele. E a senhora não teve a menor preocupação em eliminar do governo o Deputado Edinho Araújo, deputado de São Paulo e a mim ligado.
7. Democrata que sou, converso, sim, senhora Presidente, com a oposição. Sempre o fiz, pelos 24 anos que passei no Parlamento. Aliás, a primeira medida provisória do ajuste foi aprovada graças aos 8 (oito) votos do DEM, 6 (seis) do PSB e 3 do PV, recordando que foi aprovado por apenas 22 votos. Sou criticado por isso, numa visão equivocada do nosso sistema. E não foi sem razão que em duas oportunidades ressaltei que deveríamos reunificar o país. O Palácio resolveu difundir e criticar.
8. Recordo, ainda, que a senhora, na posse, manteve reunião de duas horas com o Vice Presidente Joe Biden - com quem construí boa amizade - sem convidar-me o que gerou em seus assessores a pergunta: o que é que houve que numa reunião com o Vice Presidente dos Estados Unidos, o do Brasil não se faz presente? Antes, no episódio da "espionagem" americana, quando as conversar começaram a ser retomadas, a senhora mandava o Ministro da Justiça, para conversar com o Vice Presidente dos Estados Unidos. Tudo isso tem significado absoluta falta de confiança;
9. Mais recentemente, conversa nossa (das duas maiores autoridades do país) foi divulgada e de maneira inverídica sem nenhuma conexão com o teor da conversa.
10. Até o programa "Uma Ponte para o Futuro", aplaudido pela sociedade, cujas propostas poderiam ser utilizadas para recuperar a economia e resgatar a confiança foi tido como manobra desleal.
11. PMDB tem ciência de que o governo busca promover a sua divisão, o que já tentou no passado, sem sucesso. A senhora sabe que, como Presidente do PMDB, devo manter cauteloso silencio com o objetivo de procurar o que sempre fiz: a unidade partidária.
Passados estes momentos críticos, tenho certeza de que o País terá tranquilidade para crescer e consolidar as conquistas sociais.
Finalmente, sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã. Lamento, mas esta é a minha convicção.
Respeitosamente,
\ L TEMER
A Sua Excelência a Senhora
Doutora DILMA ROUSSEFF
DO. Presidente da República do Brasil
Palácio do Planalto

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Pensando sobre dificuldade conjugal



A busca pela felicidade conjugal passa por caminhos tortuosos, que muitas vezes encontram vias interrompidas. Resta saber se abandonamos o caminho e voltamos para trás para começarmos tudo de novo ou se convém tentar continuar nesse caminho escolhido. Muitas vezes ao depararmos com esse caminho interrompido, há um pequeno desvio que mesmo tortuoso e cheio de defeitos, com pouco tempo nos deixa no caminho certo de novo. A boa vontade e o querer são os fatores que contribuem para encurtar o atalho e fazer com que a via principal seja reta e tranquila. O caminho percorrido pelo casal aos poucos vai deixando de ser tortuso e vai ficando reto e bem pavimentado, principalmente aos que se lembram e fazem questão de fazê-lo assim, pois sabem que quem vai andar por ele depois serão seus próprios filhos.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Pensando sobre a evolução da escola





A charge retrata um mundo que existiu em uma época diferente da qual vivemos hoje. Apesar de parecer um tanto autoritária a maneira como era conduzida a escola, para sua época era vista como correta. Valores morais, respeito pelos pais e professores ajudavam a formar uma sociedade melhor. A escola dizia aos pais que algo estava errado com o comportamento de seus filhos, e a credibilidade que possuía fazia com que muito pouco fosse contestada, aliando os professores e pais à uma cobrança de melhora comportamental e educacional das crianças. Ao contrário do que vemos hoje, onde pais mal preparados e orientados, formados em uma sociedade que perdeu valores éticos e morais não conseguem admitir a falta de autoridade e liderança, que colocam o consumismo a frente de tudo, muitas vezes levando vidas tristes e medíocres empurrando a responsabilidade de educar seus filhos à terceiros, na maioria das vezes em professores.
Na gestão democrática, com a participação e controle social, as decisões são feitas de forma compartilhada por toda a sociedade civil. Na teoria deveria ser muito bom, mas ocorre que nossa população ainda é semianalfabeta e por não entender os mecanismos de funcionamento, seus direitos e deveres, acabam delegando à terceiros tarefas que deveriam ser suas, ocasionando a formação de uma grande massa, manobrada por alguns poucos. Porem, nem tudo está perdido, pois os mecanismos de controle e transparência estão sendo aprimorados e, com o passar dos anos, as novas gerações, que possuem muito mais possibilidade de acesso à informações e melhor qualidade de ensino, vão se conscientizando da sua responsabilidade e, mesmo com a grande maioria ainda estar alheia ao que acontece politica e socialmente em nosso país, muitos estão assumindo a seu devido lugar na sociedade, contribuindo para a melhoria do controle e fiscalização da gestão publica, seja na area educacional ou outra.
Neste controle, com a participação, tímida mas crescente da sociedade e alinhamento com as instituições governamentais, foram sendo aprimoradas as normas e padrões a serem seguidos, fazendo com que fossem criados um parâmetro e uma linha a ser seguida na forma de condução da gestão, principalmente de recursos.
Levando-se em conta, que ainda assim há o progresso da formação intelectual e cultural da nossa população, vemos que a gestão democrática aplicada na escola é de fundamental importância. Caberá aos pais, alunos, professores e sociedade civil definir o que realmente querem da escola e do qua almejam como futuro para nossos alunos.
Voltando a charge, somos levados a crer que em 1969 a situação era muito melhor, comparada com a situação retratada em 2009, mas o futuro é um desenho ainda a ser feito e, quem sabe, será retratado como uma evolução que mostre pais, mestres e alunos se respeitando mutuamente, focados em buscar o melhor para toda a sociedade.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Pensando sobre carência afetiva.





O ser humano é carente de atenção por natureza e quando conquista algo que lhe cubra essa carencia, tende a ter medo de perdê-lo. A simples sensação da ameaça à perda traz insegurança, e a primeira arma que dispôe contra isso é a desqualificação. A ofensa nada mais é do que a falta de argumento, a insegurança, o medo e até um pouco de covardia de lutar pelo que quer ou simplesmente deixar ir e buscar algo novo. Resta ao ofendido entender a pequenês disso tudo e não prolongar uma situação onde ninguèm vai sair ganhando. Lembre-se o carente é inseguro, precisa de atenção e a cura pra isso é baseada em gentileza e amor. Gentileza gera gentileza. Amor com amor se paga.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Pensando sobre ser adulto





Ver defeitos ou virtudes em outras pessoas deveria estar sempre em segundo plano.
 Ao escolhermos amar nosso semelhante, simplesmente escolhemos amar. Infelizmente, ou felizmente, o pacote é completo. Muito do que enxergamos e julgamos são valores que nos são passados como certos ou errados, não efetivamente são frutos do nosso proprio discernimento. Aí entra a figura do adulto-infantil. A vivência, ou experiencia, como dizem alguns, separa os verdadeiros HOMENS, das crianças. Vemos que muito daquilo porque brigamos, muitas das posiçoes que tomamos, ou simplesmente das discussoes que fazemos questão de ganhar, no fundo nada valem, não nos faz ganhar nada. A boa convivencia, a simpatia e a tolerancia são o que nos qualificam a poder ajudar as pessoas. O ideal é poder orientá-las e ajudá-lase por si só, a tomarem as melhores decisões para suas vidas e, por tabela, aceitarem as consequencias, sejam elas quais forem, sobre os seus proprios atos.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Pensando sobre a fé



Foco e fé. O foco nos leva aos melhores lugares e a fé nos blinda, pois temos a certeza que somos especiais e guardados pelo exercito daquele que realmente manda. A boa companhia, em momentos agradáveis dá sentido a vida, renova as forças, acalma o coração, calibra o foco e fortalece a fé. É um ciclo perfeito.

Pensando sobre a vida...



Ouvir o que ninguem ouve, se importar com o que ninguem se importa, viver como ninguem vive e ser feliz como ninguem é.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Pensando em como ensinar meninos e meninas




“Meninos e meninas: a difícil tarefa de entender, ensinar e romper as barreiras” 

Algumas pesquisas apontavam diferenças anatômicas e na forma como o cérebro processa a linguagem, as informações, emoções e outras características para conduzir às distinções e comportamentos de meninas e meninos. Hoje vemos que não é possível afirmar categoricamente isto. As pesquisas que chegavam as tais conclusões também eram fortemente viciadas pela separação de gêneros imposta pela sociedade, portanto seu resultado tendia sempre a distinguir os comportamentos de meninos e meninas. Atualmente entendemos que Gênero vai alem da formação biológica e sexual do individuo. Se um menino se comporta “politicamente correto” como menino é devido aos ensinamentos culturais impostos pela sua sociedade e não pelo fato de ter nascido sob o sexo masculino, o mesmo ocorrendo com as meninas.
Nossa sociedade definiu as atribuições e formas de agir entre meninos e meninas e se tornou uma tarefa difícil a transposição dessas atribuições. Começamos pelo simples fato das famílias e das próprias crianças muitas vezes, não quererem a mudança. As famílias criam seus meninos e meninas para serem “meninos e meninas” por entenderem ser a forma correta de se portarem e conviver em nossa sociedade. Os meninos ao verem seus pais nas suas peculiaridades, na grande maioria das vezes querem imitá-los, tal qual as meninas com suas mães. Essas atitudes não partem biologicamente das crianças, mas são incentivadas desde cedo, mesmo inconscientemente, de pais, parentes e outros membros da sociedade. 

Quando a criança vem de uma família que não segue a métrica estabelecida, ela tem uma formação diferente e por conseqüência, valores diferentes: aí começa o desafio em entender, aceitar e ensinar. Temos incrustado na nossa sociedade que os diferentes são errados. Se em escolhas de times de futebol, ideologia partidária, escolha religiosa já é assim, quem dirá em modo comportamental.
A criança quando ingressa na educação infantil se depara com um novo mundo, com todas as diferenças possíveis, começa a impor sua própria bagagem cultural e quando são maioria querem impor suas próprias verdades. Começam os problemas, intolerâncias e bulling.
O grande desafio é justamente conciliar a bagagem cultural pré adquirida da criança com a realidade que terá que conviver daquele momento em diante. Se em um primeiro momento na sua educação, dentro de casa, foi importante essa rotulação de gênero, a partir do momento em que ela entra no ambiente escolar,  um novo horizonte se abrirá à sua volta e muitas coisas que eram estranhas e pareciam erradas podem e devem ganhar status de normal. Isso serve tanto nas famílias ditas “tradicionais” como nas “alternativas”. Não é possível uma mudança brusca do modo de viver e pensar em uma sociedade sem que traumas sejam causados. Por isso que a conscientização na fase da educação infantil é primordial. As aceitações da formação cultural adquirida juntamente com a introdução das novas idéias fazem uma junção que poderá levar as gerações futuras a administrarem cada vez melhor essa lacuna provocada por diferenças tão grandes em modo de viver que temos hoje em dia.

Há uma comparação entre comportamentos e habilidades entre meninos e meninas. Existem demarcações de fronteiras onde as meninas se tornam mais meigas e atentas enquanto os meninos são agitados e espevitados. Na verdade isso é uma zona de conforto, essa bagagem já vem da casa da criança e é reforçada para um melhor controle dos alunos no dia a dia. Muitos professores, quando são questionados pelas alunas sobre essa diferença (afinal muitas também querem ter a liberdade dos meninos) não sabem o que fazer e nem como contornar certas situações.
Um menino que quis se fantasiar de noiva, em um primeiro momento foi recebido com espanto pela professora (até pelo fato da mesma querer preservar o menino do possível bulling que o mesmo enfrentaria perante seus colegas de classe), Quando disse que não, ele escolheu outra fantasia, mas também voltada às meninas.
Uma menina escolheu um tênis com desenhos de monstros e jogava futebol e, mesmo inconscientemente, eram vistas como masculinizadas e não eram estimuladas a continuar jogando para não incentivar tal processo.
Algumas crianças riem, outras não... porem depende muito da idade. Quanto mais erotizada está a fase da criança, mais problemas com as diferenças ocorrerão.
Como já foi dito, o grande desafio está em entender, ensinar e romper essas barreiras, mostrando que os que querem se enquadrar nos padrões socialmente “aceitáveis” são livres para fazerem isso e os que não querem também são livres para viverem como quiserem. Não deverá haver, de forma nenhuma, distinção ou vantagem entre um padrão ou outro, não é porque um padrão vem de mais tempo ou é vivido por mais pessoas, que ele pode se sobrepujar aos padrões vividos por minorias ou diferentes. Todos somos diferentes, acontece apenas que em alguns as diferenças podem se tornar mais visíveis.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Pensando sobre o Ensino Medio



Com as reformas educacionais iniciadas em 1994 e fortalecidas a partir de 2002, vemos que o governo também tem se preocupado com a maior inclusão dos alunos no Ensino Médio e com seu melhor aproveitamento. Com isso elaborou diretrizes e orientações aos professores para que pudessem planejar e ministrar suas aulas de forma adequada com esse novo momento, alem de possibilitar, apoiar e oferecer a melhor formação dos  professores com cursos continuados e  incentivo a formação universitária.
As reformas no Ensino Médio, se deram, como dito, de forma mais efetiva a partir de 1994, sob o governo de Presidente Fernando Henrique Cardoso. O Brasil vinha de fortíssimas turbulências políticas (pós Impeachment) e econômicas. Como parte da reorganização do País deu-se uma nova formulação ao Ensino Médio, alinhando-o ao ensino técnico, para uma melhor qualificação dos jovens, que até então estavam muito defasados em relação ao futuro que os novos governos estavam traçando para o País. Em 1998 o governo cria o ENEM com o intuito de avaliar o Ensino Médio e nortear as novas políticas de educação. A partir de 2002, sob o governo do presidente Luis Inácio Lula da Silva, as políticas de valorização do Ensino Médio se aperfeiçoaram. O Brasil já havia vencido a primeira fase da batalha (descrita logo acima) e, com o forte crescimento econômico, industrial e tecnológico, viu-se a necessidade de capacitar ainda mais os alunos e se iniciou o incentivo ao ingresso ao Nível Superior. O ENEM então passa a ser também um vestibular para ingresso nas Universidades Federais e, juntamente com o financiamento publico, também à Universidades Particulares, democratizando o Ensino Superior no Brasil.
Alguns problemas surgiram nesta nova fase, principalmente, com vazamento das provas do ENEM, com impressões e correções erradas das mesmas. Também notou-se um ranqueamento das escolas, diferenciando-as e. por conseqüência, deixando algumas com fama de escolas ruins. Alem do fato do SISU (Sistema de Seleção Unificada) não levar em conta as condições que os alunos estudam, não diferenciando alunos do Norte com os do Sul e Sudeste, por exemplo, avaliando apenas o desempenho individual, sem falar nas dificuldades encontradas em outros anos para a inscrição on-line.
Embora tenha caminhado a passos largos, o Ensino Médio ainda não cumpre como deveria seu papel formador e de inclusão. Quase metade dos jovens com idade de cursá-lo, estão fora da escola. O maior motivo se deve ao fator econômico ainda, onde os mais pobres não conseguem continuar os estudos, abandonando-os no meio do caminho ou simplesmente nem ingressando no Ensino Médio. Outro fator que tira os jovens da escola é o fato do Ensino Fundamental ser muito ruim ainda. Estatísticas mostram que poucos alunos usufruem do Ensino técnico nas escola federais, conjugado ao ensino médio ou não, justamente por não terem conhecimento curricular satisfatório e, por conseqüência, não conseguirem acompanhar a nova etapa, fazendo com que a grande maioria não se forme no final do curso.
O investimento na educação é, sem duvida nenhuma, o caminho para o crescimento e democratização plena do nosso País. Não adianta tentarmos conquistar uma produtividade agrícola e industrial, sem qualificar a mão de obra e sem investimento em melhor formação e qualificação cientifica. O ensino tem que ser priorizado desde o inicio, com fortificação da base, ou seja, o Ensino Fundamental; e de políticas que motivem os jovens a se interessarem pela escola e pelo trabalho.
A ampla política de assistencialismo que vemos hoje precisa ser revista. Em um primeiro momento foi de suma importância para retirada de boa parte da população da extrema pobreza, mas o que necessitamos agora é da especialização e da educação plena dessa parcela da população, a fim de que sua geração e as subseqüentes não necessitem de assistência, e contribuam efetivamente para o progresso de seu meio e da nação. O Ensino Médio é o caminho para o crescimento e enriquecimento do País e precisa ter maximizado seu aproveitamento. É necessário o REAL investimento na estrutura das cidades onde se detecta o maior índice de inadimplência e evasão. Investimento em saúde, em melhoria das escolas, em assistência social, com acompanhamento das familias e reforço escolar na fase do Ensino Fundamental. Isso sim levaria o aluno dessas cidades e classes mais pobres ao Ensino Médio melhor preparados para a nova fase, dando-lhes condições de competir de “igual pra igual” com alunos de melhor classe social.

sábado, 15 de novembro de 2014

Pensando sobre a evasão escolar




Há um fator social que precisa ter um peso maior nas analises de evasão escolar. As familias mais carentes não dão o devido valor à educação por conta das necessidades economicas que vezes passam e, por não verem um resultado pratico a curto prazo, acabam desvalorizando a importancia da escola. Há o fator cultural também: familias que por gerações se conformaram com determinado modo de viver, (apoiados muitas vezes pelo governo, quando são enquadrados em planos assistencialistas em detrimento de formação cultural e profissional) onde o jovem subsiste na sua idade de formação e é colocado no mercado de trabalho sem perspectivas de progressão social, estando fadado a ser sempre das classes C e D, quando na verdade deveria ser o contrario. O jovem precisa ser cobrado sim enquanto na sua formação nos ensinos basico e fundamental para que possa ingressar em boas universidades e sair um profissional qualificado, fato que lhe proporciona condiçôes reais de inclusão e ascensão social. O homem que não se esforça enquanto jovem, vive com dificuldades enquanto adulto enquanto que o jovem que se dedica a estudar com perseverança, vive tranquilamente na fase adulta, como no conta da cigarra e da formiga.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Pensando sobre o ensino fundamental



No papel, o governo diz que a implantação do regime de nove anos ao ensino fundamental seria para ampliar o direito das crianças ao sistema educacional, equiparando seu conteúdo e dando as mesmas condições de ensino aos alunos das escolas particulares. Não se levou em conta que as crianças não estivessem “formadas” ainda ao regime escolar existente hoje. A preparação para a escola é de suma importância e seu papel deveria ficar a cargo da pré-escola, como sempre foi, não enfraquecendo-a e trazendo uma piora no aprendizado das crianças de seis anos.
A não preparação corretadas das escolas à implementação do nono ano escolar impactou drasticamente nos novos alunos. A maioria das escolas não estava preparada fisicamente para receber as crianças, não tinham grade curricular compatível e distribuída corretamente para os nove anos. Isso fez com que as crianças fossem submetidas  a conteúdos incompatíveis com sua real preparação fazendo com que, principalmente em regiões mais carentes, a medida não surtisse o efeito desejado, pelo contrario, agindo como meio de afastamento ou desinteresse das crianças que adentravam às escolas.
Toda mudança na maneira como deve ser conduzida à educação publica: sua grade, suas metas, meios e modos, precisaria, necessariamente, passar pelo crivo da base educacional, ou seja, pelos professores, diretores, pais de alunos e sociedade civil em geral. A implementação do nono ano letivo foi decidida de “cima para baixo”, onde as autoridades tinham consciência dos inúmeros problemas existentes tais quais: falta de vagas, desinteresse, evasão escolar, baixo rendimento, entre outros. 
O governo adotou uma medida paliativa, mexendo com um modelo que, apesar de tudo, ainda funcionava aceitavelmente bem, que era a pré-escola. Sobrecarregou ainda mais os municípios, fazendo com que em regiões mais pobres a emenda ficasse pior que o soneto, como diria o poeta português  Manuel Maria Barbosa du Bocage.
A implementação do nono ano veio junto com uma porção de medidas que seriam tomadas, mas como sempre acontece, nada foi feito. É impossível avaliar o modelo tal qual está hoje sem as mudanças estruturais, curriculares, formativas e pedagógicas, mas é possível dizer que foi uma medida que apenas fez parecer que o governo buscou alguma coisa para melhorar a qualidade do ensino. Efetivamente não mudou nada, ou piorou na maioria dos casos.

Por fim, se medidas serias não forem tomadas como: a adequação física dos espaços com carteiras, cadeiras e mesas confortáveis e adequadas aos tamanhos das crianças, currículo pedagógico revisto, formação dos professores baseada na nova realidade, juntamente com os investimentos constantes na educação pré-escolar preparando as crianças para esse ingresso, hoje precoce, na fase escolar; só não será perda de tempo e atraso para essa leva de alunos que cursam e cursarão o ensino fundamental nos próximos anos, devido a heróica batalha diária dos professores que mesmo com tudo contra, mostram amor a profissão e contribuem para que a educação brasileira não seja o fracasso total que os governantes insistem em buscar.

domingo, 2 de novembro de 2014

Pensando sobre a lei de cotas



A legislação brasileira diz que todos somos iguais perante às leis, portanto temos os mesmos direitos e deveres, mas com o tempo vimos que não é bem assim. Com o passar dos tempos vimos que alguns grupos esquecidos informalmente precisavam de um apoio diferenciado para se enquadrar entre os “iguais perante a lei”, são eles os negros, os índios, os mais pobres e os portadores de necessidades especiais. Com a implantação das políticas de ações afirmativas, surgiu o sistema de cotas, que é um inicio para correção das distorções da oferta do ensino superior brasileiro.
O governo brasileiro, e porque não dizer o povo em geral, estavam conformados com a situação precária da educação brasileira, onde o ensino de qualidade era ministrado apenas aos jovens de classe econômica superior, restando aos mais pobres se contentarem com escolas e faculdades de níveis muito mais baixos. Com a estabilização econômica e com o conseqüente crescimento, abriu-se um novo horizonte tanto aos governantes, como à sociedade em si e boas iniciativas deram inicio às Políticas de Ações Afirmativas. A implantação do sistema de cotas foi duramente criticada pois reduzia a oferta de vagas aos mais ricos nas melhores universidades. Foi um caminho sem volta que deu inicio, finalmente, à verdadeira chance de  inclusão das classes mencionadas acima. Depois vieram novas ações como o ENEM, que democratizou a oferta de vagas na maioria das Universidades Publicas e o PROUNI que encaminha os demais estudantes, que não são absorvidos pelo ensino publico, ao setor privado através de bolsas de estudo.
Com o ingresso dos cotistas no ensino superior, começaram a surgir obstáculos que, necessariamente, necessitavam da participação efetiva dos docentes para suas transposições. Os professores precisaram aprender a lidar com uma diversidade até então não vista ainda nas salas de aula das universidades. Grupos oriundos das cotas, em um primeiro momento, foram classificados como “mais fracos” ou “incapazes” de acompanhar o ritmo dos alunos não cotistas, mas esse pré-conceito logo foi derrubado pelos fatos, que mostraram que isso na verdade não ocorria.
O simples fato da existência de cota pra o ingresso no ensino superior, não é a garantia de que haverá a inclusão social buscada. O aluno precisa estar minimamente preparado para ingressar nas universidades e faculdades e precisa de condições econômicas para se manter. Muitos se formam com níveis baixíssimos e tem plena consciência de que dificilmente estarão aptos a acompanhar o conteúdo universitário. Vemos também que sobram muitas vagas nas entidades particulares, mesmo com o oferecimento do PROUNI, devido à distancia onde moram os alunos e a faculdade à qual passaram via ENEM, onde a situação econômica, como já foi mencionado, acaba fazendo o aluno desistir.

Não há como negar que as Políticas de Avanço Afirmativas foram um enorme passo que demos rumo à democratização do ensino, mas precisamos de muito mais. Só com um serio plano de investimentos no ensino fundamental e médio, visando o aumento significativo da qualidade do ensino ofertado nas escolas publicas, contribuirá verdadeiramente para que o aluno das classes citadas acima possam concorrer em pé de igualdade com os alunos mais ricos, talvez até dispensando o uso das cotas.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Pensando sobre a solidão



Só quem vence o desafio de estar só é capaz de amar realmente, capaz de se manter só, preservar a pureza do amor verdadeiro que sentiu. Estar só, muitas vezes, significa abrir mão de lutar por um amor em prol da felicidade da pessoa amada. Se ela é infeliz comigo, porque segurá-la? Que tenha a liberdade de me amar se quiser. Eu tenho o dom de estar só... esperando, mas não pense que sou bobo, sei ficar só e posso não te querer se voce se arrepender e voltar

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Pensando sobre as pesquisas eleitorais

Analisando as pesquisas divulgadas pouco antes das eleiçoes 2014, vemos o cenário mostrando Dilma com 52% dos votos válidos. Se olharmos os números da 2010 e fizermos uma projeção veremos que este é o teto que ela poderá alcançar nestas eleições, mas não é o mais provável. O mais provável é que ela fique com 50,21% do total dos votos válidos, ou seja, vencerá com uma diferença minima. Tal cenário só se mudará se Aécio conseguir cativar mais do que o previsto os eleitores dos estados de São Paulo e Minas Gerais, unicos estados, na minha opinião, com população grande o bastante, que possam mudar esse cenário. São Paulo pela grande votação de Aecio e Minas por sua popularidade.
Segue o gráfico





domingo, 19 de outubro de 2014

Pensando sobre a Politica Educacional Brasileira

Hoje podemos definir Política, alem de ciência do governo dos povos e seu direcionamento, tanto nas ordens social, econômico e fiscal, em formas de como os homens se relacionam entre si. Incluído neste universo temos a Política Educacional, que trata as ações governamentais na realidade escolar, direcionando os recursos que lhe cabem, teoricamente elaborando estudos com finalidades distintas, entre elas a procura por problemas e a busca por soluções. É um ramo intermediário entre Pedagogia e Ciência Política que também analisa as normas reguladoras entre Estado e educação em si.
Há um dinamismo muito grande na forma como se enxerga o cotidiano e as necessidades das pessoas. Devido à isso a Política e seu estudo não são praticas estagnadas, muito pelo contrario possuem um grande dinamismo. O problema é que, infelizmente estamos há muito tempo sendo geridos por pessoas interessadas apenas no lado material e financeiro que a Política possa gerar. O dinamismo que ela exige não é acompanhado pelos responsáveis pela boa condução exigida pelos problemas que surgem. A falta de conhecimento técnico torna mecânica e ultrapassada a condução política de assuntos importantes no país.
Com base nestes parâmetros listados, vemos a necessidade constante de investigação, auditorias e analises . A clareza dos métodos de investigação são de suma importância, para se evitar que interesses escusos usem tais métodos como forma de validar as falcatruas incrustadas nas entranhas das políticas existentes, dando falso atestado de legitimidade à essas ações criminosas que constantemente se apresentam.
 Política Educacional, tal qual a Política em si, também tem seu dinamismo e não pode ser objeto de estudo de forma estática. Modos e métodos introduzidos pelos jesuítas foram importantes na sua época, hoje estão ultrapassados. Houve época no Brasil que se estimulou o estudo particular, devido a enorme falta de estrutura publica para oferecer o ensino. De uns tempos pra cá houve uma mudança com a criação de escolas técnicas estaduais e federais. A Política Educacional anda conforme a necessidade da sociedade exige que ela ande.
Concluindo vemos que teoricamente temos meios e condições de levar a serio a Política Publica de Educação, mas infelizmente a burocracia, a falta de competência de gestores, a corrupção desenfreada, e a completa falta de valorização do setor afunda cada vez mais o sistema educacional brasileiro. Recentemente vimos que o Poder Judiciário aprovou o “Bolsa Moradia” aos juizes brasileiros, inclusive aos que tem casa própria, enquanto a Educação jazida em condições físicas sofríveis. O professor hoje precisa ter um curso superior, com carga horária equivalente há muitos outros cursos e tem uma política de salários vergonhosa se comparando a esses outros profissionais formados da mesma maneira. Por quê¿ O governo fala em construir creches, mas não visa a educação infantil, visa um deposito para que as mães deixem seus filhos e possam trabalhar, com a conseqüência de aumentar a arrecadação de impostos. Vivemos num país dominado por mentiras e roubos, somos feitos de bobos, muitos aplaudem isso contribuindo ao caminho rumo a mediocridade. 

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Pensando em amor e sexo

Quando dois corpos se tornam um, o que há de mais lindo e mágico acontece na vida e na alma dos donos destes corpos... se eles acreditarem nisso. 
O prazer da alma, o palpitar do coração, os pelos arrepiados, o perfume exalado pelos corpos, incitam não só
 o instinto natural mas também o gostoso sentimento de posse e liberdade, de sonho e realidade, de aceleração e repouso. São sentimentos sublimes que os românticos valorizam e compartilham. Se entregar à alguém que não te leva a sentir isso, te faz perder tempo.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Pensando na vida em comunidade.

Vida em Comunidade, Amor Entre Irmãos


“A solidão é fera, a solidão devora. É amiga das horas, prima e irmã do tempo, e faz nossos relógios caminharem lentos, causando um descompasso no meu coração... solidão”
Musica de Orlando Silva

Sozinhos,avaliamos melhor as situações, calculamos riscos que por ventura correremos, escolhemos palavras certas a serem ditas... mas que chato! eu quero viver, se eu errar, quero me  levantar em companhia das pessoas que me cercam, que me fazem feliz.
Mas eu só vou ter esse auxilio, ficando em harmonia com meus semelhantes, seja no trabalho, em casa, na igreja...
A vida em comunidade é um bem precioso, só funciona plenamente se houver a sintonia entre seus integrantes.
Nós fomos criados para amar...
“Ame a Deus sobre todas as coisas e ao proximo como a ti mesmo”
( João 4,7 )
"Amemo-nos uns aos outros porque o amor vem de Deus."


Parece fácil ... claro que não é. Somos todos diferentes, pensamentos diferentes, uns querendo holofotes, outros querendo se esconder, uns que são "do contra", outros lentos, outros muito rápidos... Como resolver então? Meus amigos eu vou dizer uma coisa que pouca gente diz...não dá pra resolver isso. Temos sim é que confiar na palavra de Deus e termos o ágape de aceitar as pessoas que nos rodeiam, não mudá-las.
Como ficamos irritados e chateados quando somos julgados por nossos irmãos achando que não somos tudo isso que as vezes falam que somos...Mas nós fazemos a mesma coisa, julgando, fofocando, criando conflitos.
Se não nos ancoramos na palavra de Deus e seus ensinamentos, acabamos sozinhos...somos excluídos do grupo, seja social ou religioso. Você que está lendo esse artigo agora, já se sentiu excluído? Tem consciência que pode ter sido culpa sua, por ser intransigente, não ter aceitado seus irmãos em determinada situação?
Fomos criados para amar, se não cumprimos essa missão que nos foi dada por Deus, nossa vida se torna oca, vazia e triste.
Amemos nossos irmãos respeitando suas dificuldades, seus medos, admirando suas qualidades, sem julgamentos e intrigas...veremos que esse amor volta pra gente mesmo.
Olhando pro nosso irmão do lado, tentemos imaginar  as qualidades dele...
Ele tem qualidades, mas é imperfeito tal qual você e eu, dirija-lhe um elogio,  pode ser que a muito tempo isso não aconteça na vida dele.
Amemo-nos uns aos outros como o Pai nos amou.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Pensando sobre como ensinar nossas crianças

Precisamos conhecer nossos alunos e suas famílias, entender seus meios sociais e culturais, seus históricos e sua capacidade de raciocínio. Fazer com que sejam cada vez mais pensantes. Incentivar a interação com os colegas e professores, buscar florescer o interesse pelo conhecimento que ultimamente anda sendo cada vez mais vilipendiado.
Os valores estão deturpados, a erotização precoce, a cultura da ostentação, a mentalidade de procurar o mais fácil, estão tornando nossas crianças preguiçosas, inconseqüentes e desorientadas.

Temos um desafio a vencer, plantar a sementinha do pensar, mostrar-lhes o leque de opções que terão ao se dedicarem aos estudos na época certa. Vários métodos podem ser utilizados, entre eles o estudo coletivo, o incentivo as pesquisas via internet, grades extracurriculares como teatro, musica, esporte e dança. O incentivo a poesia, a leitura a busca de novas palavras, enfim a criação de uma nova escola que valorize a historia de cada um. Que cobre resultados sim, mas que saiba elogiar nas horas certas, entender os problemas e dificuldades de cada um incentivando-os a buscar a superação sempre.